9

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Alimento Diário



Semana 3 - Sexta-feira
Ler: Êx 2:23; 3:7-9; At 7:18-23, 29-33 

Ler com oração 
  
"Vi, com efeito, o sofrimento do meu povo no Egito, ouvi o seu gemido e desci para libertá-lo. Vem agora, e eu te enviarei ao Egito. A esse Moisés, a quem negaram reconhecer, dizendo: Quem te constituiu autoridade e juiz? A este enviou Deus como chefe e libertador, com a assistência do anjo que lhe apareceu na sarça" (At 7:34-35)


ESCOLHIDO E PREPARADO PARA LIBERTAR AS PESSOAS DO JUGO DE SATANÁS




Ontem dei meu testemunho de como foi difícil ser liberto do mundo do sustento, o qual me escravizava. Isso não ocorre apenas antes de crermos no Senhor, porque, mesmo depois de salvos, há o risco de ficarmos enredados com as preocupações e atividades relacionadas com a subsistência, as quais nos fazem deixar de servir adequadamente ao Senhor. A história dos israelitas no Egito também mostra como isso pode acontecer.
O povo de Israel teve vida fácil no Egito, porque lá a terra produzia em abundância devido a um grande rio, o Nilo, que sempre proporcionou boas colheitas ao povo. Num lugar assim, parecia desnecessário depender de Deus. Ao contrário disso, na terra de Canaã havia períodos de fome e escassez, durante os quais era necessário depender muito de Deus e buscá-Lo com fervor.
Um dia, entretanto, um dos faraós do Egito temeu que o povo de Israel se aliasse aos inimigos e, por conta disso, tramou um plano sórdido contra os israelitas. Como não poderia simplesmente matá-los - já que eram milhões de pessoas -, decidiu primeiramente colocá-los sob trabalho forçado e, em seguida, vendo que a escravidão não fora suficiente para quebrantá-los, determinou que se matasse toda criança hebreia do sexo masculino (At 7:18-19). Decorridos muitos dias, morreu o rei do Egito; os filhos de Israel gemiam sob a servidão e por causa dela clamaram, e o seu clamor subiu a Deus (Êx 2:23).
Em meio a tamanho sofrimento, o povo de Israel não teve outra alternativa a não ser clamar a Deus. O Senhor, então, preparou Moisés, que passou quarenta anos no palácio real egípcio e outros quarenta no deserto (At 7:20-23, 29-30). Moisés precisaria, antes, fracassar em seu impulso natural de libertar o povo e passar por um longo período de preparação até que Deus pudesse usá-lo adequadamente. No deserto, ele passou por um processo de morte e ressurreição: quando, por fim, se julgava incapaz, Deus o chamou; quando não ousava confiar em suas habilidades, Deus o usou para libertar Seu povo; quando não se sentia apto a realizar o que lhe fora ordenado, Deus lhe deu coragem e o enviou para falar pessoalmente com Faraó, a fim de que deixasse ir o povo para servir ao Senhor no deserto (vs. 31-35).
A escolha de Moisés e sua preparação indicam o desejo de Deus de usar pessoas adequadas para libertar o Seu povo do jugo maligno e da escravidão das preocupações deste mundo para que Seu reino seja estabelecido na terra.


Palavra-chave:
 Confiar em Deus, e não na capacidade natural.

Pergunta
: Como podemos relacionar a experiência de Moisés ao processo de morte e ressurreição?
 

Nenhum comentário: